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terça-feira, 16 de junho de 2015

Mapa Mental

Há alguns anos atrás num curso sobre: leitura dinâmica, memorização e processos de aprendizagem; além da estrutura do próprio curso em si, foram passadas várias dicas e maneiras de utilizar melhor o nosso cérebro, e uma delas que me deixou bastante interessado, em relação ao tema memorização, foi sobre mapas mentais. A ideia era montar um mapa mental daquilo que você tinha estudado, seja ele: um livro, uma disciplina, um texto, etc.. Neste mapa, eram colocadas algumas “palavras chaves”, que na verdade seriam usadas como “gatilhos” na lembrança de algo que você viu, seja ele um: parágrafo, ponto, página, figura, etc. Isto foi muito interessante, pois serviu também de aprendizagem de algo que eu tinha um pouco de dificuldade, a famosa redação. Sim, pois uma vez que você sabe o tema, basta criar na imaginação vários parágrafos com as “palavras chaves”, e depois você começa a montar a redação e fazendo a ligação entre os parágrafos e temas, é desta maneira também que alguns escritores montam suas obras. Mas na verdade o que eu queria colocar aqui é que eu acabei achando um ótimo software de mapas mentais que uso já algum tempo, que além de ajudar no que comentei acima, serve também como um bom planejador e organizador no dia-a-dia. O nome do software é o XMIND, existem outros como: o mind jet, free mind, mind meister, mind map etc. Ele é gratuito, basta um pequeno cadastro do email e senha, que inclusive ajuda em dicas e atualizações, e pode ser baixado direto do site do fabricante. Na versão PRO ou Assinatura anual, que é paga, você encontra mais opções de funções, mas neste primeiro momento você vai gostar bastante do que o próprio Software faz, aliás, se tiver dificuldades com o idioma, ele vem em Português também.
Uma dica: Quanto emprestar um livro, dinheiro ou qualquer outra coisa e você for devolver, lembre sempre de fazer algo inusitado para a pessoa que você está devolvendo, tipo deixar cair algo de propósito, mudar alguma coisa de posição na mesa ou na roupa da pessoa, por exemplo. O nosso cérebro trabalha como arquivos e pastas indexadas e quando você faz isto, nós criamos um índice na memória, e vai ser desta maneira que você vai lembrar, caso a pessoa perguntar depois se você devolveu/pagou ou não determinada coisa.

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