Alguns anos atrás era difícil falarmos e entendermos as mudanças nas gerações, porém hoje em dia isto está bastante evidente nas empresas, escolas e nas próprias famílias. Como é feita, de que forma acontece e como devemos lidar com esta mudança, é a grande preocupação dos pesquisadores. Se olharmos a geração atual (Y), veremos que existe um pouco de ansiedade nesta nova juventude, causando certa frustração por parte dos gestores, professores e pais que tentam de uma maneira ou de outra orientar os recém-chegados, no sentido de equilibrar a vontade em querer fazer, sabendo esperar o tempo necessário para obter o resultado. Abaixo um exemplo do período de cada geração.
A geração Y, não quer saber de esperar, já querem resultados, mesmo sem terem experimentado o sabor de alguns insucessos. São muito ansiosos e se desmotivam facilmente. É necessário um desafio a todo o momento, pois estão habituados a executar várias tarefas ao mesmo tempo. O próprio mercado já detectou esta fraqueza e lança centenas de produtos com frequências cada vez menores, pois sabe que esta geração vai enjoar rapidamente de determinados equipamentos.
São muito inteligentes sem dúvida nenhuma, possuem muita energia e aprendem com extrema facilidade, principalmente devido aos recursos tecnológicos atuais (WiFi, internet, Smartphones, Ipad entre outros). Grande culpa disto são os próprios pais (gerações anteriores), que privados destes recursos em sua juventude, sejam pela inexistência deles, ou a própria situação financeira, acaba cedendo às vontades, modismos e manias de seus filhos, criando assim uma geração que praticamente não conheceu as palavras "não é possível comprar no momento".
Naquele tempo devido às dificuldades, o nosso maior sonho era arrumar um emprego e sair de casa para cuidar da própria vida, a média de idade para iniciar um matrimônio girava em torno de 20 anos, hoje esta média está ao redor de 30 anos, como já dito acima, muito em função das mordomias atuais, TV HD, a cabo, celulares, quartos exclusivos e todo tipo de mimos. Toda esta facilidade leva o jovem a procurar emprego tardiamente (após a formação universitária), perdendo a oportunidade de adquirir experiência, mesmo em outra área de atuação.
Muitos deles, porém, confundem informação adquirida com conhecimento, dando a sensação que já sabem tudo, de quase tudo. Não vivenciaram os fracassos e acertos de toda uma vida de experiências realizadas, falta-lhes o conhecimento tácito, conhecimento este que está cada vez mais escasso no mercado, isto também graças aos último e atual governo que estão insistindo neste modelo de educação empurrada, sem repetência, criando um novo tipo de analfabeto, o funcional, além da extinção dos cursos técnicos que eram a primeira orientação profissional do jovem para o mercado.
Em suma geração Y, procure desenvolver todo o aprendizado, não tenham medo de perguntar, uma, duas, três ou várias vezes para que o conhecimento possa ser capturado e principalmente difundido, não sejam muito superficiais, as vezes é necessário entender com mais profundidade, determinados assuntos. Somente assim a próxima geração terá um pequeno espaço para sobreviver não havendo frustrações nas equipes e times de trabalho. Aquele que perceber e entender estas pequenas diferenças, terá melhores oportunidades no mercado.

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